sexta-feira, 31 de outubro de 2008

TV Beira Rio apresenta jornalismo


Flávia: jornalismo com seriedade

O 2º Simpósio do Curso de Jornalismo da Unimep apresentou nesta quinta-feira (30) um painel sobre "Televisão, Jornalismo e Comunidade - TV Beira Rio de Piracicaba".

A jornalista Flávia Vieira, formada Unimep, representou a emissora e expôs o sistema de trabalho usado na área de jornalismo. Há sete anos na empresa, ela mostrou a dificuldade de praticar jornalismo de televisão no interior.

Segundo ela, a comparação com as emissoras maiores, como a Rede Globo, por exemplo, na maioria das vezes não considera a questão da estrutura disponível em cada situação.

Flávia enfatizou que “o jornalismo tem que ser levado a sério”, pois objetivo é manter a sociedade informada com responsabilidade e ética, ao contrário de pessoas que vêem jornalismo como glamour. Em sua opinião, o que conta não é aparecer com um ‘rostinho bonito’ na TV, mas o compromisso de levar a informação e prestação de serviços à comunidade.

Texto e foto: Mariana Blanco

Resenha: Uma empresa decente?


Divulgação


Vanessa Haas

Os participantes do 2º Simpósio do Curso de Jornalismo da Unimep tiveram a oportunidade de assistir, na última quarta-feira (29), ao documentário “Uma Empresa Decente”, do diretor francês Thomas Balmés.

Produzido em 2004, o filme analisa a tentativa da norte-americana Nokia de mostrar ao público que seu trabalho é ético e decente.

Ao contratar Louise Jaminson, responsável pela ética empresarial, os diretores da norte-americana Nokia decidem ir até a fábrica de um de seus fornecedores, na China, para fazer uma inspeção.

A visita constata diversas irregularidades por parte dos responsáveis pela fábrica, tais como: a moradia dos operários, a comida, as questões de higiene e segurança, e principalmente o salário, abaixo da média estabelecida em lei.

Assim como Louise, Hanna Kasinkhen também não aprova as condições da fábrica. Ao falarem com algumas operárias, já que 90% dos funcionários da fábrica são mulheres, elas ouvem casos de maus tratos, e reclamações da qualidade da comida e dos banheiros.

Ao visitarem os quartos, superlotados, observam que as latrinas são como fossas. Também constatam a existência de produtos químicos ao lado dos copos de água. Mas, a questão que mais chama a atenção é a cobrança de “multas” dos funcionários, o que remete também ao problema das horas-extras. De acordo com o chefe do departamento, as operárias trabalham uma jornada de 12 horas, porém ganham por oito.

Ao levarem os problemas para o dono da fábrica a equipe se depara com um desafio: o dono não gostou das filmagens feitas por Thomas Balmés, e diz que muitos associados pediram sigilo quanto a sua interação com a empresa.

A desculpa que surge é que o documentário foi encomendado pela própria Nokia para que registrasse as visitas e que não seria visto por mais ninguém. Felizmente, não é isso o que acontece.

De uma forma séria e humana, Balmés registra que a China, considerada uma das maiores potências econômicas da atualidade, ainda não conseguiu resolver o dilema: trabalhar eticamente ou visar somente os lucros?

Gestão de crises é tema de oficina

Com participação de alunos e ex-alunos de jornalismo da Unimep, a jornalista Celiana Perina, assessora de imprensa da Unimep, ministrou na última quarta-feira (29), como parte da programação do 2º Simpósio do Curso de Jornalismo, a oficina “Assessoria de Imprensa e Gestão de Crises”.

No primeiro momento, Celiana apresentou aos participantes uma situação hipotética para que avaliassem e se pusessem como assessores de uma empresa. Depois de respondidas e impressas, as questões foram debatidas e esclarecidas pela profissional, que deu dicas e métodos adequados a serem utilizados numa situação de crise que o jornalista possa enfrentar no local de trabalho.

Além disso, expôs informações sobre o que é crise, a crise e a empresa, as categorias e os tipos mais comuns. Enfatizou que a clareza, objetividade e dizer a verdade são princípios importantes para que a relação com a imprensa seja a melhor possível. A oficina proporcionou intenso debate em torno dos casos mais conhecidos de crises empresariais e o modo como as assessorias de imprensa lidaram com as questões.

Atualmente, Celiana cursa o mestrado em Comunicação Social na Umesp (Universidade Metodista de São Paulo) e o tema de sua pesquisa é justamente gestão de crises. Formada em jornalismo pela Unimep, ela também trabalhou no Jornal de Piracicaba, onde passou por diversas editorias.

Texto e fotos: Rafaela Ometto

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Oficina orienta entrevista em vídeo


Exercício de gravação de entrevista

Dicas, teoria de entrevista e ensinamentos de uma trajetória profissional foram os principais pontos trabalhados na oficina "Prática de Entrevista em Vídeo" ministrada pelo jornalista e professor Ginel Flores, na última quarta-feira, 29, como parte da programação do 2º Simpósio de Jornalismo da Unimep.

A oficina que aconteceu no estúdio 2 do Laboratório de Comunicação, no período da tarde e na opinião da jornalista Débora de Souza, também formada em Rádio e TV, foi o resumo de um semestre inteiro da disciplina.Ginel expôs experiências que vivenciou no mercado e também os conceitos de boletim, entrevista, passagem e off.

Ginel explica importância do relacionamento com equipe

Chamou a atenção para a necessidade de do repórter interagir com a matéria, ter um cuidado especial com o microfone de lapela, tanto na para que o som saia perfeito quanto pela aparência do entrevistado. "Sempre peçam licença para o entrevistado e coloquem o microfone por baixo da roupa, para que o fio preto não apareça", explicou.

Chegar na emissora com o off pronto, ter um relacionamento de parceria com o técnico de câmera, gostar de fazer coisas diferentes, pois o padrão já está no mercado, ser um jornalista inteirado dos acontecimentos diários, se espelhar em um profissional, foram algumas dicas dadas pelo professor.

Além da parte teórica e expositiva, foi proposto aos participantes da oficina gravarem uma matéria, com off, passagem e entrevista, com a participação de todos, na etapas de pauta, gravação, texto e câmera..

"Foi legal, pois eu pude aprender a teoria e a prática ao mesmo tempo, coisa que muitas vezes não se aprende nas aulas.Creio que por ter menos pessoas do que uma sala de aula o professor pode dar mais atenção e esclarecer as dúvidas de todos", afirmou a aluna Janaína Oliveira, estudante do 6º semestre de Jornalismo da Unimep.

Ginel Flores, que já atuou como diretor de televisão, é formado em jornalismo pela Unimep no ano de 1996, ano também pelo qual iniciou sua carreira na universidade como técnico, e é especializado em Didática do ensino Superior.



Texto, fotos e vídeo: Camila Gusmão

Diretor do Estadão aborda jornalismo na Internet


Chiaretti destacou a velocidade do webjornalismo


O jornalista Marco Chiaretti, diretor de Conteúdo Digital do Grupo Estado, apresentou, na última terça-feira à noite, na segunda noite de debates do 2º Simpósio do Curso de Jornalismo, um amplo panorama do jornalismo na Internet.

A exposição de Chiaretti também marcou a Aula Magna do Curso de Pós Graduação Lato Sensu em Jornalismo Comtemporâneo da Unimep, e teve a mediação da professora Ana Maria Cordenonsi, coordenadora da especialização.


Chiaretti e o diretor da Facom, Belarmino Cesar

Um dos enfoques da palestra foi o impacto destas novas tecnologias digitais no dia a dia dos jornalistas, num mercado de trabalho que segundo Chiaretti fica cada vez mais competitivo.

Chiaretti salientou que meios de comunicação digital ainda dependem indiretamente e diretamente dos meios impressos. Os motivos dessa dependência, em sua opinião, são a necessidade de credibilidade e estrutura, já conquistadas pelojornal impresso.

“A instantaneidade da web e sua multimidialidade requerem flexibilidade e checagem completa e imprescindível de toda e qualquer informação”, enfatizouo diretor-chefe do Portal Estadão.

Os benefícios e desvantagens do webjornal foram mostrados para todos os alunos e interessados no assunto, com destaque para terá instantaneidade e o dinamismo da nova mídia. Isso acarreta também a responsabilidade de postar na web antes de seus concorrentes, o que pode se tornar um dos pontos mais fracos da redação digital, pois acaba resultando em erros muitas vezes graves.

O ponto forte do webjornal é sua multimidialidade, na medida em que uma informação pode ser passada através de textos, imagens, infográficos e vídeos, e permite inclusive grande interaçãocom os leitores.

A palestra acompanhou o ritmo dinâmico do webjornalismo, pois foi interativa, comunicativa e descontraída.

Texto e foto: Mayara Banow

Seminário avalia extensão na Unimep


Romero, coordenador do Nepep

O professor Francisco Negrini Romero, coordenador do Nepep (Núcleo de Estudos e Programas de Educação Popular da Unimep), apresentou, no Seminário de Extensão do Curso de Jornalismo, na última terça-feira à tarde, as linhas gerais e a história da prática extensionista na universidade.

O Seminário integrou a programação do 2° Simpósio do Curso de Jornalismo, e reuniu professores e alunos da área, interessados em discutir alternativas para programar este tipo de atividade na área de comunicação.

O expositor ilustrou a extensão de estudos na Unimep e apresentou alternativas para retomar este tipo de ação importante não só para a área de jornalismo como para todos os cursos.

Segundo Romero, a extensão universitária é um processo educativo, cultural e científico que articula o ensino e as pesquisas. Além de produzir conhecimento acadêmico, aumenta a participação da comunidade na atuação da universidade.

Os cursos de extensão na Unimep tiveram início ainda na década de 1960. Mas, as atividades eram oferecidas para a população de alta renda (por causa do horário e taxas pagas para os atendimentos). Com o tempo esses obstáculos foram superados, e hoje todas as pessoas que gostam podem trabalhar nas áreas de extensão.

“Um avanço importante foi a criação do FAE (Fundo de Apoio à Extensão) que é uma conquista dos alunos e professores. Ele destina uma porcentagem das mensalidades que os alunos pagam à extensão” , explicou Romero.

Mas no atual momento da Universidade, em virtude da crise financeira, esse percentual não tem sido investido e isso interfere nos planos e projetos. O Nepep, por outro lado, tem conseguido manter a atuação, já que consegue também financiamentos externos.

Durante o seminário também foram apresentadas idéias visando à criação de projetos de extensão com base no jornalismo.

Uma das propostas foi a de trabalhar com estudantes de escolhas públicas estaduais, a fim de estimular uma leitura crítica dos meios de comunicação. A proposta é um projeto que envolva parceria entre a Faculdade de Comunicação e o Nepep.

Outro projeto em que poderá haver participação do Curso de Jornalismo é o que envolve segurança alimentar, desenvolvido em parceria com o Governo Federal. Segundo Romero, existe a necessidade de produção de materiais de comunicação, o que poderia ser feito por professores e alunos do curso.

Texto e foto: Camila Viscardi e Danielle Moura

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Fotos mostram detalhes do Campus Taquaral


Trabalho aguça visão dos estudantes

Alunos em busca de simples objetos que geram grandes imagens. Esse é o eixo principal da exposição "Campus Taquaral: Um novo olhar", que o Curso de Jornalismo da Unimep realiza com o apoio da Faculdade de Comunicação e da Sagae Formaturas, na galeria do campus Taquaral da universidade.


Ariane, aluna de economia, visita exposição

A exposição, que traz 40 fotos produzidas por alunos que cursaram o 4º Semestre de jornalismo em 2007, faz parte do 2º Simpósio de Jornalismo da Unimep, que vai de 27 à 31 de outubro, e que além da exposição, traz oficinas e palestras voltadas ao tema: "Jornalista: Formação e Ética".

"As fotos são lindas, e transformam coisas simples em materiais grandiosos", afirmou João Paulo Poltronieri, estudante do 2º Semestre do curso de Administração, durante visita ao acervo."Está bem legal, há fotos de coisas simples, mas que por outro ângulo ficam lindas. É surpreendente", avaliou a estudante do curso de Economia Ariane Biragan, que adorou as fotos dos bonecos de formatura.

"A variedade é enorme, essa exposição realmente nos oferece um outro olhar das coisas", disse, após visitar o material, Mariana Madeira, que também cursa o 2º semestre de Administração.

A mostra foi organizada pelo professor Ginel Flores, e fica montada até o dia 07 de novembro, com visitação aberta durante todo o dia. Mais informações pelo telefone 3124-1676.
Texto: Kaleo Alves e Mônica Camolesi - Fotos: Mônica Camolesi

Simpósio começa com debate sobre formação, novas tecnologias e mercado


Mesa reúne editores dos principais jornais da região

O papel do jornalismo impresso diante das novas tecnologias, a formação profissional e o mercado de trabalho foram temas da mesa-redonda composta por representantes dos principais jornais da região, ocorrida nesta segunda-feira (27/10), no Auditório Verde da Unimep.

O debate abriuo 2º Simpósio do Curso de Jornalismo da universidade e teve a participação de Marisa Massiarelli Setto, editora-chefe do Jornal de Piracicaba, Erich Vallim Vicente, editor-chefe do jornal A Tribuna Piracicabana, Marcos Brogna, editor-chefe do jornal O Liberal, de Americana, Antonio Cláudio Bontorim, redator chefeda Gazeta de Limeira e José Roberto Santana, diretor de redação do jornal Cidade de Rio Claro.

A integração entre impresso e tecnologias multimídias foi um dos principais pontos abordados pelos expositores. Diante da discussão em torno do futuro dos jornais impressos, supostamente ameaçados pela Internet, foi manifestada a necessidade de constante renovação. Marisa Setto apontou a tendência de que as empresas jornalísticas se transformem em empresas multimídias: "As redações têm que procurar formas de globalizar cada produto dentro das suas linguagens", explicou.

As discussões da mesa-redonda apontaram para a necessidade dos meios impressos repensaremseus diferenciais e investir em qualidades que a própria Internet não oferece: a credibilidade, o jornalismo analítico, a opinião embasada, o aprofundamento e a contextualização, em contraponto à informação não checada e ao imediatismo perigoso da web. "Pela própria forma do recurso virtual, parece meio maçante fazer a leitura do conteúdo analítico", destacou José Roberto Santana. "Muitas vezes o leitor da Internet tem que ser um editor de texto e não apenas leitor", reforçou Marcos Brogna.

Sobre mercado de trabalho em comunicação, Santana destacou o momento em alta para os concursos públicos, além da busca crescente por profissionais que dominem as ferramentas da web. A comunicação corporativa como possibilidade de atuação foi lembrada por Erich Vicente: "Cada vez mais as empresas estão utilizando o jornalista para se comunicar internamente", afirmou.



Profissionalização

Os editores pontuaram ainda o crescimento apresentado pelo jornalismo regional, beneficiado pela profissionalização das redações decorrente das novas tecnologias. Para eles, os jornais locais possibilitam uma proximidade com o leitor que os grandes veículos já não oferecem. Além disso, estão mais abertos à recepção dos novos profissionais, em contraste ao mercado saturado da grande mídia.

A formação acadêmica foi outro ponto de reflexão durante o evento. Cláudio Bontorim defendeu uma reestruturação nos currículos, com atenção à prática, e a necessidade da busca por uma bagagem cultural: "Acredito na formação cultural ampla do profissional à medida que ele possa ter uma graduação anterior e, na especialização, se formar em jornalismo", afirmou.José Roberto Santana, que não tem graduação em jornalismo, mas possui o registro profissional pelo tempo de exercício, reconheceu a importância da formação universitária: "O diploma deve ser exigido e é extremamente importante. Apenas a formação superior oferece ao jornalista alavancagem na questão ética. A pratica por si só é meio cega", disse Santana.

O reconhecimento da ética como base da profissão e a possibilidade de atuar de forma pró-ativa junto à sociedade foram mencionados durante a mesa-redonda: "O jornalismo é um dos pilares da democracia. Não podemos abrir mão da liberdade de imprensa", destacou Cláudio Bontorim.

O 2º Simpósio do Curso de Jornalismo prossegue até a próxima sexta-feira. Confira a programação.
(Texto: Ângela Silva. Fotos: Aline Cristiane )

domingo, 26 de outubro de 2008

Tatui se prepara para Jogos Abertos

Amanda Dantas Silva

A cidade de Tatuí, da região de Sorocaba, se prepara para participar dos 72º Jogos Abertos do Interior, que acontecem de 10 a 23 de novembro em Piracicaba. A delegação, chefiada por Osvaldo Luís Peixoto, mais conhecido como Keka, deverá ter 35 pessoas, dos quais 30 atletas.

A preparação, segundo Keka, está sendo intensa e a expectativa é de lutar por medalhas. “Mas temos consciência de que o trabalho será duro, pois a competição reúne os melhores atletas do interior”, afirma.Todas as despesas para a participação dos atletas são pagas pela prefeitura, que também disponibilizou uma perua para cada modalidade e está realizando preparação física especial para os participantes.

Keka observa que a competição é difícil e complementa: “Apenas os atletas que são medalhistas de ouro participam dos jogos abertos”.Tatuí participa no atletismo, com o lançamento de dardo, no atletismo para portadores de deficiência, nos 100 metros e nos 1500 metros, na capoeira, no vôlei masculino livre e no box.

Memorial integra cultura da América Latina


Obras expostas no Pavilhão da Criatividade

Criado em 1989, o Memorial da América Latina, foi projetado por Oscar Niemeyer e abriga manifestações culturais sul-americanas. Seu objetivo é integrar a América Latina por meio da arte e da cultura, promover a adversidade cultural dos povos e oferecer um espaço de cultura e lazer aos visitantes nacionais e estrangeiros.

Obra situada na Praça Cívica

Com 84.480 m², a instituição cultural contém galeria de arte, biblioteca, salão de atos e um pavilhão de criatividade que abriga obras que simbolizam a cultura dos paises da América Latina.
Logo na entrada uma mão gigante chama atenção. Na palma, como se sangrasse, está o mapa da América Latina, representando a luta pela identidade e autonomia cultural, política, social, e econômica da região.

Por toda parte é possível encontrar artes plásticas, desde as mais contemporâneas até obras que demonstram a história milenar do continente.O Pavilhão da criatividade Darcy Ribeiro tem um acervo permanente de 2 mil peças de arte popular do Brasil, México, Peru, Equador, Guatemala, Bolívia, Paraguai e Uruguai. Trajes típicos, máscaras, standartes, instrumentos musicais, objetos de adorno, obras de argila, madeira, adereços religiosos e profanos entre muitas outras estão nos 1600 metros quadrados do pavilhão.


Placa celebra visita do para Bento XVI

No auditório Simon Bolívar acontecem shows, oficinas, simpósios, mostras de cinema e apresentações diversas. Na sua inauguração, contou com a presença do Balé Nacional de Cuba, e já recebeu personalidades como Tom Jobim, Bill Clinton, Hugo Chaves, Mercedes Sosa, Hermeto Paschoal, entre outros. Em temporadas de maior movimento, o numero de visitantes passa dos 130 mil por mês. O público é variado e inclui desde grupos de 3ª idade a crianças de escolas públicas.

Um grupo de monitores auxilia os visitantes a interagir com as obras. “Com a monitoria nós temos a garantia de atender melhor as pessoas que vem nos visitar, de maneira que podemos trabalhar a idéia de mediação, de perceber melhor o espaço e discutir sobre as obras expostas”, observa Sidney da Silva, chefe da monitoria.

As estudantes Brigitte e Patrícia na entrada do Memorial

O Memorial da América Latina abre de terça a domingo, das 9 às 18 horas, e é possível agendar visitas monitoradas pelo telefone: (11) 3823-4600. Seu endereço é: Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 - Barra Funda - São Paulo.

Texto e fotos: Brigitte Nunes e Patrícia Elias